O símbolo mais valioso

06/01/2017

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Certa vez, um rei temente a Deus e muito amado pelo seu povo, percebendo que estava envelhecendo, resolveu decidir qual dos seus três filhos iria herdar o seu trono. A tarefa não era nada fácil, pois todos tinham bom coração e eram dignos de receber a coroa. Depois de muito pensar em uma forma de não ser injusto com seus filhos, o rei teve uma grande ideia. Em seguida, mandou chamar os três e lhes disse:

_ Meus filhos amados, eu já estou velho e não tenho mais forças para governar. Deus me deu três filhos maravilhosos e sei que qualquer um de vocês será um ótimo rei. Porém, eu não posso coroar os três, por isso, o melhor jeito que encontrei para escolher um de vocês é lançá-los um desafio. E explicou qual seria a missão:

_ Saiam agora e procurem aquilo que vocês acreditam ser o melhor símbolo do nosso reino. Vocês podem procurar onde quiserem, desde que me tragam o símbolo escolhido até a hora do jantar. E para que não haja dúvidas sobre a minha decisão, chamarei os nobres do reino para me ajudarem.

Os príncipes, então, saíram em busca do melhor símbolo do reino…

Um deles decidiu procurar dentro do próprio castelo, no museu e no cofre onde ficavam guardadas as maiores riquezas do reino.

O segundo, por sua vez, foi até a vila dos sábios do reino e passou o dia todo discutindo o assunto com eles.

Já o terceiro resolveu caminhar pelo reino. Ele visitou o seu povo, conversou com as pessoas humildes e conheceu um pouco da vida dura que elas levavam. Durante suas andanças, o príncipe encontrou um menino que chorava enquanto arava a terra de uma plantação. Sensibilizado, ele perguntou:

_ Por que você está chorando, garoto?

_ Meu pai morreu na semana passada e minha mãe está muito doente. Eu preciso arar este campo até o fim da tarde se quiser receber um pouco de pão para levar para casa. Só que eu não consigo fazer isso sozinho. Queria terminar logo para poder dar o que comer à minha mãe.

O príncipe pensou no desafio do pai e na possibilidade de se tornar o novo rei. Ele sabia que não podia perder tempo, porém, decidiu ajudar o pobre menino – nem que fosse um pouco. Como ele era muito gentil e educado, passou horas e horas arando o campo com o menino. Assim que terminaram o serviço, ele foi visitar a mãe do garoto, que muito agradeceu a sua ajuda (a mãe e o filho não sabiam que ele era filho do rei).

Na hora do jantar, o filho que havia ficado no castelo apresentou ao pai e aos nobres um antigo cofre de ouro maciço cravejado com diamantes e rubis. Era, sem dúvida, um importante símbolo da família real. Ele explicou:

_ Meu pai e senhores nobres, esse cofre simboliza a estabilidade e o poder do nosso reino. Garanto-lhes que não há outro objeto que simbolize tão bem a nossa história!

O segundo filho, aquele que foi procurar os sábios, apresentou uma antiga espada que pertencia ao seu pai, nos tempos em que ele ainda era príncipe. Assim como o cofre, a espada também tinha um grande significado de coragem e valentia. O filho disse:

_ Meu rei, essa espada simboliza os tempos difíceis em que o senhor arriscou a própria vida para que a força e a grandeza no nosso reino fossem estabelecidas. Este é, com certeza, o maior símbolo do nosso reino!

Satisfeito com as duas primeiras apresentações, o rei perguntou ao último filho:

_ E você, meu filho, o que trouxe para nós?

Sem jeito e meio desapontado (pois sabia que não seria o escolhido), o rapaz falou ao pai sobre como foi o seu dia:

_ Não trouxe nada, meu pai. Deixei o castelo para visitar o nosso povo e me dei de frente com um órfão de pai que, em meio a lágrimas, buscava no arado da terra um pouco de pão para alimentar a mãe. A história do menino mexeu tanto comigo que parei minha busca para ajudá-lo. Depois fui visitar a senhora doente. Como não estou acostumado ao trabalho braçal, fiquei muito cansado e não tive forças para voltar ao seu desafio. Me perdoe, por favor.

O rei, então, chamou o filho:

_ Venha aqui, meu filho. Me deixe ver as suas mãos!

Ao notar que as mãos do rapaz estava cheia de bolhas, o rei ergueu o braço do príncipe e disse a todos os nobres:

_ Senhores, este é o meu escolhido! Ele herdará a minha coroa! Este rapaz não trouxe apenas um símbolo do nosso reino, mas vários:

_ Em primeiro lugar: ele foi até o povo. Um rei de verdade nunca pode deixar de estar com o seu povo. Segundo: ele foi capaz de escutar uma criança. Terceiro: ele foi sensível ao sofrimento do menino e de sua mãe. Quarto: ele demonstrou que é capaz de colocar os interesses dos necessitados acima dos seus interesses.

O rei continuou:

_ Os símbolos trazidos ao nosso reino por ele foram: amor, bondade, compaixão e atitude! Esse meu filho possui todas as qualidade que um rei temente a Deus deve ter. Os que concordam comigo, digam: Viva o rei! E todos os que estavam no salão gritaram “viva o rei”, inclusive os seus irmãos.

“E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos. Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé” (Gálatas 6:9,10).

Extraido do site: http://www.pastorantoniojunior.com.br/mensagens-evangelicas/o-simbolo-mais-valioso-historias-para-reflexao


A ponte do perdão

29/07/2016

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Haviam dois irmãos que desde pequenos, aprenderam com os pais a serem muito unidos. Assim que cresceram, foram morar em fazendas vizinhas separadas apenas por um lindo riacho. Os irmãos trabalhavam juntos na criação de gado leiteiro e, por serem tão unidos, tudo ia muito bem… Porém, um dia a situação mudou. O irmão mais velho ficou furioso com o irmão mais novo por causa de um erro na contabilidade que os fez tomar prejuízo. Então, houve uma briga muito feia entre eles! Os dois discutiram e aquela pequena falha se transformou numa troca de ofensas, seguida por semanas de total silêncio entre eles.

Em uma manhã, um homem simples bateu à porta do irmão mais velho e ao ser atendido, ele disse:

_ Bom dia! Estou procurando algum trabalho. Tenho muita experiência com carpintaria. Na verdade, meu pai adotivo era um carpinteiro muito bom e me ensinou tudo o que sei hoje. Você teria algum serviço para mim?

O fazendeiro respondeu:

_ Bom dia. Na verdade, tenho sim. O senhor está vendo aquela fazenda além do riacho? É do meu irmão mais novo. Nós tivemos uma briga muito feia e já faz tempo que não nos falamos.

_ Eu entendo, disse o carpinteiro.

E o irmão prosseguiu:

_ Eu não suporto mais sair na minha varanda e ter que olhar para ele! Então, por favor, use a madeira que está guardada no meu celeiro para construir uma cerca bem alta.

_ Entendi. Disse o carpinteiro, e completou: _ Por favor, me mostre onde está o martelo, os pregos e as outras ferramentas da fazenda.

O irmão mais velho entregou todas as ferramentas ao carpinteiro e foi resolver alguns assuntos na cidade. Enquanto isso, o homem ficou ali cortando e medindo madeira o dia todo. Já no final da tarde, quando o fazendeiro voltou para casa, não acreditou no que viu. Ao invés de levantar uma cerca, o carpinteiro havia construído uma pequena ponte muito linda, ligando as duas margens do riacho. O irmão mais velho ficou irado e falou àquele homem:

_ Seu atrevido! Você sabe muito bem que não foi isso que eu mandei você construir!

Porém, ao olhar novamente para a ponte, ele viu o irmão mais novo correr de braços abertos ao seu encontro:

_ Glória a Deus! Eu sabia que você não era uma pessoa ruim! Quero que você saiba que você é mais que um irmão pra mim, você é meu melhor amigo e eu estava com muita saudades! Você mandou construir essa ponte, mesmo depois dos erros que cometi com o nosso dinheiro. Eu te amo irmão!

Emocionado, o irmão mais velho esqueceu as mágoas e foi ao encontro dele. Eles se abraçaram e choraram muito em cima daquela ponte… Ao ver aquela cena, o carpinteiro pegou suas coisas, virou as costas e, quando estava indo embora, ouviu o irmão mais velho dizer:

_ Espera aí senhor! Preciso te pagar por seu serviço maravilhoso! Você me ajudou a restaurar meu relacionamento com meu irmão e me fez sentir o quanto é bom ter minha família de volta! Quanto te devo?

Então o homem respondeu:

_ Você não me deve nada, meu amigo. Só de ver vocês dois tendo uma nova chance já me deixou muito satisfeito. Essa é a minha missão!

Mas o fazendeiro insistiu:

_ Como assim?! Pelo menos diga o seu nome para que eu possa sempre me lembrar do senhor.

_ Meu nome? Meu nome é JESUS. Respondeu o carpinteiro, indo embora em seguida.

A família é o bem mais precioso que alguém pode ter nessa terra, porém, muitas vezes nós criamos inimizade e discussões por motivos tão bobos, esquecendo de que foi Deus quem colocou essas pessoas em nossas vidas. Lidar com a família nem sempre é fácil, pois somos imperfeitos, mas Jesus nos deu o mandamento de amar e perdoar, independente do que os outros façam, pois Ele fez isso por nós.

Se Deus perdoou os nossos pecados e se queremos ser parecidos com Ele, por que não devemos perdoar as pessoas? Se realmente entendemos o que Cristo fez na cruz por nós, o perdão deve fluir em nosso coração. A Bíblia diz que o amor cobre multidão de pecados, mas a falta de perdão impede que Deus nos perdoe. Por isso, se você tem algo contra o seu próximo, perdoe hoje mesmo e busque a reconciliação.

Leia as passagens abaixo:

Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?” Jesus respondeu: “Eu lhe digo: não até sete, mas até setenta vezes sete” (Mateus 18:21,22).

E quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados”. Mas se vocês não perdoarem, também o seu Pai que está no céu não perdoará os seus pecados” (Marcos 11:25,26).

Tomem cuidado. “Se o seu irmão pecar, repreenda-o e, se ele se arrepender, perdoe-lhe. Se pecar contra você sete vezes no dia, e sete vezes voltar a você e disser: ‘Estou arrependido’, perdoe-lhe” (Lucas 17:3,4).

Pois se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também lhes perdoará. Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas” (Mateus 6:14,15).

Livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia, bem como de toda maldade. Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus perdoou vocês em Cristo” (Efésios 4:31,32).

Extraido de:http://www.pastorantoniojunior.com.br/mensagens-evangelicas/a-ponte-do-perdao-historias-para-reflexaohttp://www.pastorantoniojunior.com.br/mensagens-evangelicas/a-ponte-do-perdao-historias-para-reflexao


Deixe a raiva secar

21/10/2015

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Certa vez uma menina ganhou um lindo brinquedo no dia do seu aniversário, mas uma amiguinha o levou para sua casa sem permissão e o destruiu antes mesmo dela brincar uma única vez com ele. Ela ficou muito brava e queria porque queria ir até a casa da amiga para brigar com ela. Mas a mãe ponderou:
– Você se lembra daquela vez que você chegou em casa com lama no seu sapato? Você queria limpar imediatamente aquela sujeira, mas sua avó não deixou. Ela lhe disse para deixar o barro secar, pois assim ficaria mais fácil limpar.
– Sim, mamãe, eu me lembro.
– Pois é, meu amor, com a raiva é a mesma coisa. Deixe-a secar primeiro, depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mais tarde, a campainha tocou: era a amiga trazendo um brinquedo novo, em reposição ao que havia quebrado, pelo que se desculpou.
E a menina respondeu:
– Não faz mal, não, minha raiva já secou!

Editado por mim, extraído do site:http://www.sitedopastor.com.br/deixe-a-raiva-secar/


Mala cheia

27/02/2015

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Certo jovem crente se preparava para uma viagem. Quando seu amigo veio buscá-lo, perguntou-lhe:
– Já arrumou suas coisas, vamos? Tudo pronto?
– Quase, respondeu ele, só falta pôr mais umas coisinhas na mala, e começou a ler uma lista:
* um mapa
* uma lâmpada
* uma bússola
* um espelho
* alguns livros de poesia
* algumas biografias
* uma coletânea de cartas antigas
* um livro de cânticos
* um livro de histórias
* um prumo
* um martelo
* uma espada
* um capacete
* …

A essas alturas, o amigo já estava apavorado: – Mas, cara, o carro já está cheio, não vai dar para você levar tudo isso!

– Acalme-se, está tudo aqui, e mostrou-lhe sua Bíblia.

Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça – II Timóteo 3.16

Autor: Desconhecido

Fonte:http://www.sitedopastor.com.br/mala-cheia/


As duas caixas

13/02/2015

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Deus deu-me duas caixas e disse:
– Coloque todas as suas tristezas na caixa cinza e todas as suas alegrias na caixa azul.
Tempos depois eu percebi que a caixa azul estava muito mais pesada que a caixa cinza e fiquei um pouco confuso, pois, se tive muitas alegrias na vida, também não me faltaram tristezas. Como, então, a caixa de alegrias podia pesar tão mais que a caixa de tristezas?
Curioso, abri a caixa cinza e ela estava vazia, pois tinha um buraco no fundo. Então, eu perguntei:
– Senhor, deste-me uma caixa furada e minhas tristezas desapareceram. Onde elas foram parar?
– Elas vieram se apresentar diante do meu altar e as devolvi para você.
– Para mim? Mas elas não estão comigo.
– É que eu as devolvi transformadas.
– Transformadas? Como assim, meu Senhor?
– Transformadas em alegria. Olhe a sua caixa azul e você vai entender.
Abri a caixa azul e lá estavam todas as minhas alegrias (como foi bom contá-las todas de uma vez). Mas, lá estavam também as minhas tristezas, com uma carinha diferente, transformadas em alegrias.

O nosso Deus converteu a maldição em benção – (Neemias 13.2)

Fonte:http://www.sitedopastor.com.br/as-duas-caixas/


Salvos por um copo de leite!

05/10/2014

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Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, estava com muita fome e só lhe restava uma pequena moeda no bolso.

Decidiu, então, que ao invés de tentar vender, iria pedir comida na próxima casa; porém seus nervos o traíram quando uma encantadora jovem lhe abriu a porta.

Em vez de comida, pediu um copo de água. A mulher percebeu que ele estava com fome e lhe deu um grande copo de leite. Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou:

– Quanto lhe devo?
– Não me deve nada – respondeu ela. E continuou: – Minha mãe sempre nos ensinou a ajudar as pessoas.
– Pois te agradeço todo coração, a você e à sua mãe.

O rapaz saiu daquela casa não só refeito fisicamente, mas também com sua fé renovada em Deus e nos homens. Ele já havia resolvido abandonar os estudos devido às dificuldades financeiras que estava passando, mas aquele gesto de bondade o fortaleceu.

Anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente doente. Os médicos locais estavam confusos. Finalmente a enviaram à cidade grande, para se tratar.

O médico de plantão naquele dia era o Dr. Howard Kelly, um dos maiores especialistas do país naquela área. Quando escutou o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos e de pronto foi ver a paciente.

Reconheceu-a imediatamente e determinou-se a fazer o melhor para salvar sua vida, passando a dedicar-lhe atenção especial. Contudo, nada lhe disse sobre o primeiro encontro que tiveram no passado.

Depois de uma terrível batalha, eles finalmente venceram aquela enfermidade.

Ao receber alta, ela teve medo de ver a conta do hospital, porque imaginava que levaria o resto da sua vida para pagar por aquele tratamento tão caro e demorado. Quando, finalmente, abriu a fatura, seu coração se encheu de alegria com estas palavras: “Totalmente pago – há muitos anos – com um copo de leite – ass.: Dr.Howard Kelly.” Só então ela se lembrou de onde conhecia aquele médico.

“Na vida nada acontece por acaso. O que você faz hoje, pode fazer a diferença em sua vida amanhã.”

E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido.
(Gálatas 6.9.)

Fonte:http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/copodeleite.htm


Doce regresso

29/09/2014

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Um artista muito talentoso estava preocupado, pois ainda não havia pintado a “sua tela”, a obra-prima que seria a suma expressão de sua arte.

E como seguia por uma estrada a procurar uma grande idéia, encontrou-se com um velho ministro e perguntou-lhe qual era a coisa mais bela do mundo:
– A coisa mais bela do mundo é a fé.

Daí à pouco, encontrou-se com uma jovem vestida de noiva e fez-lhe a mesma pergunta:
– É o amor, respondeu ela.

Por fim, encontrou um veterano de guerra:
– A coisa mais bela do mundo é a paz, disse o soldado.

Enquanto voltava, ia meditando nestas respostas: “Fé, amor e paz”. Como poderia representar tudo isso num único quadro?

A resposta parecia-lhe demasiada difícil, até que entrou  em casa e viu a fé no olhar de seus filhos, o amor no sorriso da esposa e a paz ali mesmo, no seu ambiente familiar.

Lançou-se de imediato à pintura e, quando terminou,  chamou a sua obra-prima de:

“O Lar”.

   (Eu e a minha casa
    serviremos ao SENHOR.)
    Josué 24.15

 

Fonte:http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/doceregresso.htm